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Rute: Uma Perfeita História de Amor Capítulo 6: Quando a Esperança Se Torna Realidade (Rt 4.1–22)

Esse livro começa com a tristeza da morte e termina com a alegria do nascimento; começa com três enterros e termina com um casamento

Rute: Uma Perfeita História de Amor Capítulo 6: Quando a Esperança Se Torna Realidade (Rt 4.1–22)

Deus ainda continua transformando vales em mananciais, desertos em pomares e o cenário cinzento de tristeza em jardins engrinaldados de flores.

Rute: Uma Perfeita História de Amor Capítulo 6: Quando a Esperança Se Torna Realidade (Rt 4.1–22)

A vida cristã não é uma estrada reta rumo à glória, mas um caminho cheio de curvas e precipícios. John Bunyan expressou isso de forma inigualável no clássico O peregrino. Há momentos em que olhamos para a frente e nada enxergamos, senão pontes estreitas, vales profundos e abismos imensos. Nessas horas, sentimo-nos fracos, desanimados e chegamos até mesmo a lavrar a nossa sentença de derrota. Noemi fez isso ao retornar para Belém. Entretanto, os impossíveis dos homens são possíveis para Deus. Ele continua fazendo a mulher estéril ser alegre mãe de filhos. Deus continua levantando o pobre do monturo e fazendo-o assentar-se entre príncipes.

Rute: Uma Perfeita História de Amor Capítulo 6: Quando a Esperança Se Torna Realidade (Rt 4.1–22)

Ricardo Gondim diz que ninguém chega ao sucesso e descansa, e ninguém é derrotado e se acaba, porque nenhum sucesso é final e nenhuma derrota é fatal. O futuro ainda lhe reserva surpresas. Não se deixe embriagar pelo sucesso nem se deixe derrotar pelo fracasso, porque Deus é quem está dirigindo o seu viver

Rute: Uma Perfeita História de Amor Capítulo 6: Quando a Esperança Se Torna Realidade (Rt 4.1–22)

Não podemos nos envaidecer com o sucesso nem nos desesperarmos com os fracassos, pois, quando pensamos que chegamos ao fim da linha, Deus nos abre uma nova porta de esperança.

Assim está escrito: “Também a terra não se venderá em perpetuidade, porque a terra é minha; pois vós sois para mim estrangeiros e peregrinos. Portanto, em toda a terra da vossa possessão dareis resgate à terra. Se teu irmão empobrecer e vender alguma parte das suas possessões, então, virá o seu resgatador, seu parente, e resgatará o que seu irmão vendeu” (Lv 25.23–25). Noemi era pobre e não podia reter suas terras. Contudo, a solene obrigação da família era cuidar que a propriedade não se perdesse

Boaz não sonega informação nem esconde a verdade. Ele informa ao outro parente de Noemi que este tinha preferência no resgate. Embora o próprio Boaz estivesse interessado em fazê-lo, não criou mecanismos ilícitos para ludibriar o outro nem tentou subornar os anciãos para colocar o seu nome na frente da lista. Integridade moral foi uma marca distintiva de Boaz.

O outro resgatador percebeu que, se ele redimisse o campo de Noemi, não teria aumento de sua propriedade; ao contrário, teria uma diminuição do seu patrimônio, visto que ele teria de pagar pela terra, que não passaria a pertencer à sua família, mas ao filho de Rute. Neste caso, ele tinha de comprar o campo e, além disso, sustentar Rute. As despesas poderiam ser bem elevadas. O remidor certamente estava disposto a comprar o campo, sem casar-se com Rute. Ele não estava disposto a fazer ambas as coisas

Rute: Uma Perfeita História de Amor Um Casamento (4.10–12)

Rute, antes de buscar um marido, buscou a Deus. Antes de buscar um lar, buscou abrigo debaixo das asas de Deus.

Rute: Uma Perfeita História de Amor Um Casamento (4.10–12)

Boaz tratou Rute com cavalheirismo, honra, gentileza e amor desde o primeiro encontro com ela. Embora tenha se afeiçoado a ela desde o começo, jamais se aproveitou dela. O caminho para um casamento feliz precisa ser pavimentado por atitudes nobres, pois onde se vê sinais de desrespeito, há prenúncios de relacionamentos desastrosos.

Rute: Uma Perfeita História de Amor Um Casamento (4.10–12)

Ricardo Gondim, em seu livro Creia na possibilidade da vitória, fala sobre o amor de Boaz por Rute e diz que o verdadeiro amor se concretiza com gestos com a mesma profundidade que é proclamado pelos lábios. O verdadeiro amor procura legitimar-se sem relutância. Ele descarta os riscos e paga qualquer preço. O verdadeiro amor não teme assumir compromissos

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