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O TESTE DE PATERNIDADE ESPIRITUAL

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INTRO

Minha juventude - Orfanato - crianças quase pedindo p serem adotadas;
Como aquelas crianças poderiam ser filhas/adotadas por aqueles que a visitava?
Como podemos ser filhos de Deus?
Isso se vc se importa com esse questionamento!
Como um ser completamente depravado pode imaginar ser Filho de Deus?
COMO POSSO SABER SE SOU FILHO DE DEUS?

ELUCIDAÇÃO

Incansavelmente João conduz seus filhinhos para um verdadeiro conhecimento;
Como de costume, ele usa de muitas comparações, paralelos para deixar bem clara sua ideia
Trabalhando em seu assunto, desenvolveremos o seguinte tema:

O TESTE DE PATERNIDADE ESPIRITUAL

1. Pela prática v7-8

Filhinhos - palavra paternal, já que o tema é filiação;
Filhinhos - palavra paternal, já que o tema é filiação;
não vos deixe enganar por ninguém
Ordem de João
QUANTAS PESSOAS JÁ FORAM ENGANADAS POR AQUELES QUE ESTAVAM NO MEIO DELES, SAÍRAM E INICIARAM UM FALSO ENSINO?
O alerta é:
Não seja conduzido ao erro
Não seja induzido ao erro
Não seja desviado do caminho da virtude
LEMBRAR: Serpente enganando Eva, que enganou Adão, que tentaram engana a Deus
SIGA A INSTRUÇÃO:
QUAIS OS CRITÉRIOS PARA AVALIAÇÃO E NÃO SER ENGANADO?
“aquele que pratica a justiça é justo” x “aquele que pratica o pecado procede do diabo”
“aquele que pratica a justiça é justo” x “aquele que pratica o pecado procede do diabo”
O filho de Deus é justo assim como Cristo é justo
Como isso é possível?
Por causa da justiça de Cristo ter sido colocada sobre nós
Consequentemente nossa conduta se altera
Isso não quer dizer ter uma vida de plenitude, sem pecado; pois pecamos e se fosse isso o caso, a mensagem é mentirosa;
Quando João escreve que o crente é justo assim como Cristo é justo, quer dizer que o filho de Deus e o Filho de Deus são membros justos da família de Deus;
A justiça de Cristo imputada em nós nos enxerta nessa família (ADOÇÃO); assim, recebemos os benefícios dessa filiação .
Justificar não significa fazer justo, bom, santo ou reto;
Justificar é declarar a pessoa justa quando ela não é;
Justificar é um grandioso ato de graça de Deus;
Isso pq Deus não se torna injusto nos livrando do que merecíamos;
Ele aplica sua justiça condenatória por causa da transgressão à lei em CRISTO!
Ou seja, a JUSTIFICAÇÃO não é de nós, não consiste no que está refletindo em nossa consciência, mas no ato divino de perdão e aceitação.
É exatamente a isso que se refere
ILUSTRAÇÃO
Tribunal - juiz justifica pessoa acusada - ele não torna a pessoa justa;
Ele apenas declara que, em seu julgamento, a pessoa não é culpada da acusação
Então, assim como Cristo prossegue na sua justiça, pois ele é completamente justo, ele é O JUSTO; e essa justiça foi colocada sobre nós, consequentemente NÓS somos justos; não tem como refletir algo diferente!
v8
João praticamente repete as palavras que Jesus disse aos judeus quando falou que “todo que comete pecado é escravo do pecado” () e que “vós sois do diabo, que é vosso pai, e quereis satisfazer-lhe aos desejos. Ele foi homicida desde o princípio e jamais se firmou na verdade, porque nele não há verdade” ().
Agostinho:
sois do diabo, que é vosso pai, e quereis satisfazer-lhe aos desejos. Ele
O diabo não fez homem algum, não deu à luz homem algum, não criou homem algum: mas aquele que imita o diabo, este, como se tivesse dele nascido, tomrn-se filho do diabo; ao imitá-lo, e não por ter literalmente nascido dele.
não criou homem algum: mas aquele que imita o diabo, este,
foi homicida desde o princípio e jamais se firmou na verdade, porque
como se tivesse dele nascido, toma-se filho do diabo; ao imitá-
nele não há verdade” ().
lo, e não por ter literalmente nascido dele.
Essa oposição da-se pq o pecado e Cristo se mostram incompatíveis, e, portanto, o pecado e o cristão são incompatíveis também;
o pecado e Cristo se mostram incompatíveis, e, portanto, o pecado e o cristão são incompatíveis também
Além disso, natureza divina no crente regenerado afirma-se contra todo mal. É-lhe impossível fazer do pecado um hábito. “Somos filhos de Deus, e o pecado é anormal e antinatural para nós” (Dodd).
natureza divina no crente regenerado afirma-se contra todo mal. É-lhe impossível fazer do pecado um hábito. “Somos filhos de Deus, e o pecado é anormal e antinatural para nós” (Dodd). “O crente pode cair em pecado, mas não andará nele” (Smith).
Sobre a ação do diabo, podemos identificar esse princípio como se referindo à sua queda da condição em que fora criado, então a sua atividade má e assassina deve datar desde o “princípio”, não da sua existência, mas da sua carreira decaída.
Se interpretamos acertadamente a cláusula, “não permaneceu na verdade” (AV) como se referindo à sua queda da condição em que fora criado, então a sua atividade má e assassina deve datar desde o “princípio”, não da sua existência, mas da sua carreira decaída.
A obra maligna do diabo pertence particularmente a três esferas, em que se vê a sua completa falta de justiça, amor e verdade, e que correspondem às três provas que João aplica em sua primeira epístola.
Primeiro ele “peca” (1 Jo 3:38, AV) e tenta outros para que pequem (cf. ). Ele é, de fato, tão certamente a origem de todo o pecado que se pode dizer: “aquele que comete pecado é do diabo” (1 , AV).
Segundo, ele é “homicida” (). Assim foi que Caim, ao matar seu irmão Abel, evidenciou a sua origem diabólica (1 ). Assim como os judeus que procuravam matar Jesus (, ). Derrotado em sua investida contra Jesus, o diabo agora persegue a igreja (, ), Ele é denominado “o destruidor”
A obra maligna do diabo pertence particularmente a três esferas, em que se vê a sua completa falta de justiça, amor e verdade, e que correspondem às três provas que João aplica em sua primeira epístola. Primeiro ele “peca” (1 Jo 3:38, AV) e tenta outros para que pequem (cf. ). Ele é, de fato, tão certamente a origem de todo o pecado que se pode dizer: “aquele que comete pecado é do diabo” (1 , AV). Segundo, ele é “homicida” (). Assim foi que Caim, ao matar seu irmão Abel, evidenciou a sua origem diabólica (1 ). Assim como os judeus que procuravam matar Jesus (, ). Derrotado em sua investida contra Jesus, o diabo agora persegue a igreja (, ), Ele é denominado “o destruidor”, que é o sentido de Apoliom (; cf. ). Terceiro, o diabo é “mentiroso e pai da mentira” (). Isto se deve ao fato que já notamos, que ele caiu da verdade e “nele não há verdade”. Conseqüentemente, ele tanto acusa os irmãos () sendo seu adversário (o sentido da palavra hebraica Satan; a forma Satanás vem do aramaico através do grego) e um caluniador (o sentido da palavra diabolos), como procura enganá-los, atraindo-os para o erro por meio das mentiras dos falsos profetas (cf. 1 , ; ).
Terceiro, o diabo é “mentiroso e pai da mentira” (). Isto se deve ao fato que já notamos, que ele caiu da verdade e “nele não há verdade”. Conseqüentemente, ele tanto acusa os irmãos () sendo seu adversário (o sentido da palavra hebraica Satan; a forma Satanás vem do aramaico através do grego) e um caluniador (o sentido da palavra diabolos), como procura enganá-los, atraindo-os para o erro por meio das mentiras dos falsos profetas (cf. 1 , ; ).
O diabo, por ser um ser angelical, tem poder!
Seu poder é considerável, como fica patente por sua difundida atividade maligna:
Seu poder é considerável, como fica patente por sua difundida atividade maligna. Não é só que ele é capaz de insinuar maus pensamentos e maus desígnios nas mentes dos homens (; cf. ; ) e até de entrar pessoalmente neles (), mas que “aquele que está no mundo” (1 ) é “o princípe (literalmente, “governante”, archõn) deste mundo” (; ; ; cf. 2 Co 4:4; Ef6:12). Ele governa de um “trono” (), e o seu domínio é tão extenso que “o mundo todo está no poder do maligno” (1 , RSV). Na verdade, há referência a homens como não apenas estando no diabo, mas sendo dele. Ele é o pai deles, e eles seus “filhos” (; ). Frases como estas expressam a real e terrível influência que o maligno tem sobre a vida dos homens, de sorte que eles são motivados pelos desejos dele e a eles sucumbem (; cf. 2 Tm 2:26). A vontade deles é fazer a dele.
insinuar maus pensamentos e maus desígnios nas mentes dos homens (; cf. ; );
entrar pessoalmente neles (),
Pq ele é “o princípe deste mundo” (; ; ; cf. 2 Co 4:4; Ef6:12).
Ele governa de um “trono” (), e o seu domínio é tão extenso que “o mundo todo está no poder do maligno” (1 , RSV). Na verdade, há referência a homens como não apenas estando no diabo, mas sendo dele. Ele é o pai deles, e eles seus “filhos” (; ).
Frases como estas expressam a real e terrível influência que o maligno tem sobre a vida dos homens, de sorte que eles são motivados pelos desejos dele e a eles sucumbem (; cf. 2 Tm 2:26). A vontade deles é fazer a dele.
Essa afirmação entra em oposição com aqueles que praticam a justiça são justos, assim como ele é justo!
MAS A JUSTIÇA DE DEUS NÃO VAI DEIXAR DE ALCANÇAR O DIABO!
Sua derrota começou com a chegada do Filho de Deus, em quem o diabo não tinha “nada” (, AV, ARA), isto é, sobre quem ele não tinha nenhum poder (RSV).
O propósito expresso da Sua manifestação foi “destruir as obras do diabo” (1 ). Isto Ele realizou supremamente por Sua morte e ressurreição.
Sua derrota começou com a chegada do Filho de Deus, em quem o diabo não tinha “nada” (, AV, ARA), isto é, sobre quem ele não tinha nenhum poder (RSV). O propósito expresso da Sua manifestação foi “destruir as obras do diabo” (1 ). Isto Ele realizou supremamente por Sua morte e ressurreição.
Se a obra característica do diabo é pecar, a obra característica do Filho de Deus é salvar.
Se a obra característica do diabo é pecar, a obra característica do Filho de Deus é salvar.
Moralmente, sua obra é tentar para o pecado; fisicamente, é inflingir doença; intelectualmente, seduzir para o erro.
Moralmente, sua obra é tentar para o pecado; fisicamente, é inflingir doença; intelectualmente, seduzir para o erro. Ele ainda ataca a alma, o corpo e a mente do homem dessas três maneiras; e Cristo veio para destruir as suas obras.
Ele ataca a alma, o corpo e a mente do homem dessas três maneiras; e Cristo veio para destruir as suas obras.
a sua derrota tem sido um destronamento, e não uma destruição decisiva. Sua ruína final não terá lugar até o último dia (). Neste ínterim, ao Pai é possível “guardar” do maligno aqueles que Ele tomou do mundo. Assim Jesus orou () e João afirma que, porque os que são nascidos de Deus são “guardados” (o verbo é têrein de novo) pelo unigénito de Deus, o maligno nem mesmo lhes “toca”
a sua derrota tem sido um destronamento, e não uma destruição decisiva. Sua ruína final não terá lugar até o último dia ().
Neste tempo, ao Pai é possível “guardar” do maligno aqueles que Ele tomou do mundo.
Assim Jesus orou () e João afirma que, porque os que são nascidos de Deus são “guardados” (o verbo é têrein de novo) pelo unigénito de Deus, o maligno nem mesmo lhes “toca”
Se o primeiro passo para a santidade é reconhecer a malignidade do pecado, tanto em sua essência como ilegalidade como em sua origem diabólica, o segundo passo é ver a sua absoluta incompatibilidade com Cristo em Sua Pessoa sem pecado e em Sua obra salvadora. Quanto mais claramente captarmos estes fatos, mais incongruente aparecerá o pecado, e mais determinados estaremos a descartar-nos dele.
Se o primeiro passo para a santidade é reconhecer a malignidade do pecado, tanto em sua essência como ilegalidade como em sua origem diabólica, o segundo passo é ver a sua absoluta incompatibilidade com Cristo em Sua Pessoa sem pecado e em Sua obra salvadora.
Quanto mais claramente captarmos estes fatos, mais estranho aparecerá o pecado, e mais determinados estaremos a descartar-nos dele.
ILUSTRAÇÃO
José e a esposa de Potifar
Sua prática, diante do pecado, foi em fugir
Sua prática, diante de Deus, foi assumir qualquer consequência para não desonrar seu Pai eterno

O TESTE DE PATERNIDADE ESPIRITUAL

1. Pelo nascimento v9-10

v9
A frase nascido de Deus é característica de João,.
Significa que a pessoa nasceu espiritualmente no passado e, no presente, continua sendo filha de Deus, ou seja, tem sua origem e existência em Deus.
Enquanto a pessoa que pratica o pecado tem Satanás como pai, o crente que nasceu de novo sabe que Deus é seu Pai.
As palavras de Jesus são importantes: “Não pode a árvore boa produzir maus frutos, nem a árvore má produzir bons frutos” ().
As palavras de Jesus são importantes: “Não pode a árvore boa produzir maus frutos, nem a árvore má produzir bons frutos” ().
“A semente de Deus permanece nele”. A palavra semente tem uma conotação figurativa: “a natureza de Deus” ou “princípio divino da vida”. Deus guarda a nova vida que plantou no coração do crente e a faz desenvolver-se. O crente, então, não irá e não poderá se entregar ao pecado, por causa daquele princípio divino em seu coração.
“A semente de Deus permanece nele”. A palavra semente tem uma conotação figurativa: “a natureza de Deus” ou “princípio divino da vida”.
Deus guarda a nova vida que plantou no coração do crente e a faz desenvolver-se. O crente, então, não irá e não poderá se entregar ao pecado, por causa daquele princípio divino em seu coração.
João está dizendo que o crente não pode praticar o pecado como um hábito. “O pensamento que está sendo transmitido em 1 não é que aquele nascido de Deus jamais cometerá um ato pecaminoso, mas que ele não persistirá no pecado”.
Além disso, João está dizendo que o crente não pode praticar o pecado como um hábito. “O pensamento que está sendo transmitido em 1 não é que aquele nascido de Deus jamais cometerá um ato pecaminoso, mas que ele não persistirá no pecado”.
João quer dizer que a pessoa regenerada não pode continuar pecando com prazer, isto é, não pode viver em pecado. “O crente pode cair em pecado, mas não pode andar nele”
ILUSTRAÇÃO
Andar de bicicleta; podemos cair, mas o objetivo é ficar em pé!
Algo desafiante de se dizer e entender é que O pecado não se origina em Deus, pois “nele não há absolutamente nenhuma escuridão” (lJo 1.5). Uma pessoa que é nascida de Deus e possui a natureza de Deus não pode viver continuamente em pecado. Ainda assim, a possibilidade de cair em pecado ocasionalmente continua presente, como todo cristão bem sabe.
v10
Em toda esta epístola, João apresenta nossa existência em termos de duas categorias: ou você é um filho de Deus ou um filho do diabo. João vê somente os absolutos: luz ou trevas, verdades ou mentiras, Deus ou o diabo, vida ou morte. Para ele, não há meio termo. Não há alternativas.
João encerra colocando as cartas sobre a mesa:
Praticar a justiça x não praticar a justiça
amar seu irmão x não amar seu irmão
O QUE SERIA PRATICAR A JUSTIÇA? viver uma vida santa/separada do mundo
O QUE SERIA NÃO PRATICAR A JUSTIÇA?
CARNE - desejos carnais:
Sexualidade
Ser rico
Ser o mais bonito
Ser mais poderoso / inteligente / popular
Viver em busca dos prazeres/alegria desse mundo
OLHOS
Inveja
Cobiçar
SOBERBA
Orgulho
O QUE SERIA NÃO AMAR P IRMÃO?
Desprezo pelo outro
Não suportar sua presença
Não suportar sua voz

CONCLUSÃO

Nessa seção, João lança mão do paralelismo e da repetição, especialmente nos versículos 4 a 10. Se colocarmos os versículos graficamente em seqüência, vemos o seguinte esquema:
versículo 4 - 8a
versículo 4 - 8a
versículo 5 - 8b
versículo 6a - 9
versículo 7b - 10
Como sabemos a qual categoria pertencemos? João diz que a prova está em nossa conduta: o filho de Deus faz o que é justo e ama seu irmão, mas o filho do diabo deixa de fazer essas coisas. João apresenta o critério de forma negativa - “aquele que não faz o que é certo não é um filho de Deus” - para que o cristão observe e aplique-se ativamente em fazer a vontade de Deus
Como sabemos a qual categoria pertencemos? João diz que a prova está em nossa conduta: o filho de Deus faz o que é justo e ama seu irmão, mas o filho do diabo deixa de fazer essas coisas. João apresenta o critério de forma negativa - “aquele que não faz o que é certo não é um filho de Deus” - para que o cristão observe e aplique-se ativamente em fazer a vontade de Deus
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Como sabemos a qual categoria pertencemos? João diz que a prova está em nossa conduta: o filho de Deus faz o que é justo e ama seu irmão, mas o filho do diabo deixa de fazer essas coisas. João apresenta o critério de forma negativa - “aquele que não faz o que é certo não é um filho de Deus” - para que o cristão observe e aplique-se ativamente em fazer a vontade de Deus

APLICAÇÃO

O PECADO É REAL
Males da humanidade apontam para essa realidade;
Como sabemos a qual categoria pertencemos? João diz que a prova está em nossa conduta: o filho de Deus faz o que é justo e ama seu irmão, mas o filho do diabo deixa de fazer essas coisas. João apresenta o critério de forma negativa - “aquele que não faz o que é certo não é um filho de Deus” - para que o cristão observe e aplique-se ativamente em fazer a vontade de Deus
“Mas se Deus fosse real, ele acabaria com tudo; ele eliminaria o mal!”;
Se a condicional fosse essa, ele já fez! JESUS CRISTO;
Problema que isso apenas comprova o coração rebelde do homem em não querer Deus;
Então, o problema do mal é tratado a partir da SÍNDROME DE ADÃO, quando o verdadeiro culpado pela proliferação da maldade É VC!
A REALIDADE DO PECADO ESCANCARA A REALIDADE DO SALVADOR!
PECADO É DEVASTADOR
Pecado - origem diabólica;
Não podemos tolerar o pecado;
Pecado vem desfazer a obra do Salvador
Para o cristão - desconsiderar a libertação
Para o ímpio - desconsiderar a reconciliação
VC É O CULPADO POR PECAR
“O pecado me levou a isso” ou “foi mais forte que eu”
MENTIRA - ISSO É PECADO!
Vc pecou ou pq ainda é escravo do pecado ou deliberadamente deu vazão à cobiça;
Não culpe outros quando apenas vc é o culpado por pecar!
QUEM É SEU PAI?
Prova real:
pratica a justiça? é justo? é nascido de Deus? não pratica o pecado: ama seu irmão?
Pratica o pecado? não pratica a justiça? não ama seu irmão?
Por mais que na sociedade há casas que a criança pode chamar 2 homens de pais (e relacionamento homoafetivo é e sempre será pecado), espiritualmente isso não é possível!
Ou vc é filho de Deus ou vc é filho do diabo!
A PALAVRA DE DEUS APRESENTA A POSSIBILIDADE DE COMO SERMOS FILHOS DE DEUS!
- Em Cristo podemos ser filhos de Deus
- recebermos a adoção de filhos
- espírito de adoção - Aba, Pai
Demonstração total de intimidade...
VC PODE CHAMA-LO DE ABA PAI?
Não só da boca para fora, mas ter a certeza que ele reconhecerá sua voz e te acolherá em seus braços eternos?
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